quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Prototipo de uma Crónica :o

Pensei em escrever algo lamechas.. De novo, pois sinceramente não sei escrever sobre nada mais, simplesmente a "lamechice" é como música para os meus ouvidos e quem é que não gosta de um texto a falar do tal mítico "love"?
Mas não! Vou falar sobre a amizade.. É parecido mas não tem nada, mas nada a haver mesmo..
Sobre a amizade e as pessoas portuguesas!
Eu como amizade tenho alguma experiência, alguma mesmo, tive amigos falsos, bons, felizes, tristes, malucos quietos... Pode-se dizer que já fui uma espécie de "psicólogo ambulante" que cuidava dos males dos outros e ficava com os seus por tratar.. Eu era e sou uma pessoa desse tipo . Mas agora, com 16, descobri amizades extraordinárias, sem qualquer tipo de comparação com algo.
Amizades estas que cuidaram as minhas "pestes, "malárias" e etc, enquanto eu cuidava da deles.. No entanto existem amizades que me fazem uma confusão assim um poucinho po' gigante, como por exemplo o tipo de amizade típica de pessoa egocêntrica e egoísta, que parecem muito fofas por fora, tipo aqueles tapetes de Arraiolos muito penosos, mas no fundo são pedra fria que até doí.. Ou seja, assim falando, uma pessoa molda-se a ela de maneira a que eu fique bem e essa pessoa também, troca-se gostos e maneiras de ser, e tudo o que recebemos do lado de lá é um negativismo do piorio! Típica amizade à português que pensa que sabe do mundo.. Mas como são fofinhos caímos todos lá.
Recentemente tive numa amizade dessas e foi do.. Melhor.. E não do pior! Estranho mas pura realidade, só aprendi com essa pessoa, pois sinceramente acho que as amizades são isso, para a pura aprendizagem. No entanto não foi longa, foi sucinta e triste, eu aparei-lhe os golpes, no entanto ela não me aparou os meus e com tipo portugueses que somos ora acabamos à bulha ou é "cruz" em cima e acabou tudo!
Mas chega deste tipo de amizades.. O que realmente interessa são aquelas que enchem os nossos corações de amizade pura.. Mas mesmo essas têm os seus altos e baixos.. Pois ao moldarmos-nos com essas pessoas sofremos tais mudanças que quando olhamos bem para nós, nem nos reconhecemos.. E essa é a pura das verdades, no entanto é longo, calmo e uma viagem de boa vida e lições. Mas cuidado com as amizades meus amigos! Como um pássaro azul que canta numa arvore muito calmamente e depois leva um tiro!.. Que conclusao tiro disto?
Viva ás amizades e à que ter "olho" nos tiros !

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Come screaming and falling down



Senti calor no coração.. Conheci-te.. Notei de distância que detinhas um saber de vida distinto, diferente do meu mas parecido.. Choquei contigo mil e uma vezes mas no fim íamos sempre dar a conclusões parecidas, distintamente iguais..
O mundo parou quando o meu coração chegou a estado "lamechas", coisa que nunca pensei chegar.. Mas tu cativavas-me.. Comias pedaços de mim ás escondidas e eu não notava.. Acabavas comigo se quisesses mas não.. Preferiste gozar.. Gozar o bom de mim e o mau, aprendeste a ler-me e devoraste-me como devoras qualquer livro.. Tomaste-me como tolo que sou e gozaste de novo comigo!
Neste espaço de tempo o que fiz para te deter foi abrir-me a ti, simplesmente não queria deter-te precisava de alguém para amar e ser amado.. Acima de tudo precisava de ser amado, acariciado, destroçado, e tu fazias-me isso e muito mais.
Quando me juntei contigo como um casalinho de pombos que éramos tudo parecia bonito, até eu encarar a realidade que eu não era assim.. Eu era um rapaz que tinha sido despejado para o lixo, como se fosse apenas um papel, e precisava de me sentir amado uma vez mais... E usei-te como nada.. Que mal de mim, mas o que está feito, feito está e precisava de remediar isto.. Tolo pensando que me amavas e que querias-me como ninguém inventei mil e uma desculpas para te sentires bem (claro que nunca virias a sentir)e nunca nada resultou, fui morto pela sociedade por ter-te feito o que fiz, e poucos continuaram comigo por eu ter encarado e ter feito o melhor..
E agora passado tanto tempo, vi que tu não passas mais nada do que uma falsa como eu.. fizeste-me pensar que amavas-me, e que a tua vida girava à volta dos meus abraços, tudo o que senti quando vi e li todos aqueles vídeos e mensagens foi angustia e nojo só de pensar que queria voltar para ti.. Sabes é pena, pois a vida tem destas reviravoltas

Excerto de um mini-livro criado por mim

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A melancolia da música

O amor é como uma música, ouves muito lentamente ela, aprecias cada segundo, mas ela acaba sempre. E nós só queremos por no "repetir"

sábado, 23 de outubro de 2010

O sentido de nada!

Segue-me - disse ela muito séria - Segue-me para toda a eternidade!
Ouvindo estas esgueiras palavras a sibilar pelo ar, fizeram-me ficar fraco. As minhas pernas tremiam e tinha ganho um ligeiro medo, embora não soubesse bem o porque dele. Quando o silêncio predominou naquela sala sinistra, a ligeira fraqueza nas pernas passou para uma invalidade completa, fazendo-me cair de joelhos... O medo... Esse que também era ligeiro passara a seu um horror constante, um picar constante de "emoções negras" no meu coração.
Completamente aterrorizado, jogo as mãos à cabeça enquanto milhões de imagens passavam pela a minha mente. Imagens de memórias já envelhecidas, mas que têm o mesmo efeito que tinham à anos.
Memórias de amor, tristeza, saudade, traição, conquista e... Especialmente imagens de aquela pessoa que outrora me conquistara o meu quebrado coração...
Segue-me - disse ela novamente - Segue-me para toda a eternidade!
Estas palavras novamente! Furaram-me o meu peito como balas, o sentimento escondido... O qual eu nunca compreendi, aparecera de novo...
Agora começo a achar que a vida não têm sentido qualquer, para quê tanto sofrimento... Mais vale segui-la... Mas espera... Não! Não posso sucumbir a tal pessoa ou ser, tornar-me-ia mais fraco!
Sentimentos de conquista sobem-me à pele e começo a sentir-me vitorioso, nada pode deter-me agora... Todos os sentimentos numa batalha infernal, e eu, apenas o transportador de todos aqueles soldados, começo a ceder.... A sucumbir à obsessão do vicio de ser um nada!
Segue-me - Diz-me a Morte - Segue-me agora ou nunca! Pois eu sei que queres acabar com a tua vida! Toma essa escolha e seguir-me-ás para toda a eternidade!
Confuso e enjoado, levanto-me e viro as costas muito calmamente dizendo:
- A vida pode não ter sentido nenhum, mas se continuar talvez o encontre em alguém e não desistirei.
-Muito bem - Riposta a Morte sibilando cuidadosamente as palavras - Será essa a tua decisão, mortal ignorante!

sábado, 2 de outubro de 2010

O Contrário do Inverso

Num mundo onde tudo é tudo e nada é nada... Onde tudo é bom e nada é mau... Onde eu deveria ser feliz com tais descrições, tudo acontece...
Felicidade prematura... Pior de todas as felicidades, é a felicidade da decepção na maioria das vezes, uma felicidade de dor que faz todos chorar e ficar tristes.
É a felicidade que nós nos habituamos quando somos crianças, quando pensamos que o mundo é nosso, quando pensamos que dificuldades e dor não existe, que o mundo resume-se a felicidade e amor...
Nada disso é verdade! Quando chegamos à nossa amada adolescência caímos na realidade do amor e da dor, do ódio e tristeza, aprendemos que a vida não é um mar de rosas mas sim um mar de espinhos com umas florezinhas que aparecem de vez em quando.
O amor é aquilo que podemos chamar um túnel com uma pequena luz muito escassa ao fundo... Primeiro sentimo-nos felizes e no tal "mar de rosas" e depois é sempre a cair, discussões que dizem que mantém a "chama" acesa, mas na realidade só a apaga mais, até chegarem ao estado de decadência e embatermos com toda a força num fundo de espinhos! Começa-mos a delirar com a dor de espinhos cravados no nosso corpo e chora-mos, com os danos irreversíveis deste amor partimos para outra, por muito que doa, e, à medida que nós vamos andando lentamente e que vamos ganhando consciência que a vida não pára para nós vivermos nas nossas próprias desgraças os espinhos vão saindo, deixando a marca mas curando a ferida.
É esta a balada eterna da vida, os seus altos e baixos tristes... Mais altos que baixos do que altos, seguidos de muitas quedas e ascendências...
É isto que eu sinto dia-a-dia, quando pensa em ti, quando vejo que perdi, e nunca vou voltar a ter momentos eternos e lindos, momentos de felicidade que duraram pouco mas duraram anos de vida secos e calmos, como aquelas brisas que nos dão aqueles calafrios, só que muito, mas muito lentamente, senti e cedi ao calor humano que tu partilhas... Enroscando em ti eu ficava milhares de anos, mas a vida não o permite e fomos separados por sentimentos distintos e irregulares... Enfim mas isso é o que nos destinge... É o contrário do nosso amor queimado...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Tribute to a Good Friend

Conheci-te assim muita estupidamente, numa tarde onde todos falavam contigo e eu simplesmente via-te como alguém um pouco, digamos um Mr.LoL.
Eras alguém que não me caracterizava e muito menos pensava chegar a ser teu amigo, mas enfim lá a vida me pôs a aturar-te.
Passou perto de 2 ou 3 semanas e a minha opinião tinha alterado drasticamente, e drasticamente é um favor porque não encontro nada mais drástico que drasticamente, tinha passado de uma pessoa normal que eu tinha escolhido simplesmente passar ao lado para alguém que não me importava de morrer se tivesse que escolher entre a minha vida e a dele, simplesmente se não fosse ele eu já me tinha morto literalmente, tu é e que me puxavas sempre quando eu limitava-me a cair sempre naquele buraco negro da vida, tu é que me davas sermões quando fazia algo totalmente estúpido, tipo aquilo de Filosofia...
Naqueles almoços no Ginga, falava-mos da nossa vida, e tu, por confiares em mim (acho eu que era essa a única razão para contares-me todas aquelas histórias) contavas-me histórias que ocorreram no teu passado e presente, e contavas-me o que querias que acontece-se para o futuro próximo. Enquanto eu ouvia atentamente pois tu para mim eras mais que um mentor, mas também sofrias e também as vezes tinhas grandes lapsos, que eu só conseguia arrancar da tua boca o que tinha acontecido para te ajudar com um pé de cabra.
Aulas que passamos a rir, outras que passavas a descobrir o que se passava comigo ou a consolar-me do ódio e angustia que estava sempre a sentir, outras passava-mos aos sms mesmo quando estávamos ao lado um do outro, a vida tem destas coisas, e uma coisa que a vida fez a meu favor foi conhecer-te, como extraordinário e grande pessoa que tu és.
Após um ano inteiro de altos e baixos tu sempre tiveste lá para apoiar-me e isso eu sempre apreciei com o fundo do meu coração... Até quando gozaste comigo por causa da cena do puto, eu vi nesse gozo uma maneira de por-te com um sorriso nessa cara que é o que te fica tão bem!
Sei que isto na é lá grande coisa mas já há muito que estava para postar este texto para ti! LY BRUNO ^^

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

... Num parepeito de uma Janela

A noite mais linda é a noite que se vê pelo para peito de uma janela.
Não é uma noite romântica cheia de estrelinhas e fofura, mas é uma noite calma (depende da janela, mas na minha é) doce, suave... A janela pode ser como um portal para uma dimensão de compreensão onde a chuva ou o sol, ajudam-nos diariamente nos nossos problemas, onde podemos desabafar, lutar, deitar lágrimas ou sorrir o maior sorriso de sempre, onde podemos demonstrar todas as nossas saudades ou pedir para que alguém as sinta... Numa janela há noite a calma é o que mais reina!
Se estivermos calados e muito sossegados na nossa janela, podemos ouvir os grilos a cantarem deslouvadamente para as suas amadas que os ignoram sem darem uma oportunidade, uma única excepção para ouvirem as palavras dos loucos apaixonados...
Se calhar nos somos como eles, loucos apaixonados que declamam todos os poemas e louvores ás suas amadas e na mesma elas fingem ignorar-nos enquanto se remoem por dentro a ouvir aquelas cantigas loucas de amor.
Tanto pode-se notar numa janela que nem um milhão de palavras do melhor apaixonado do mundo poderiam a descrever

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Vida Perdida...

Aqui na escuridão imensa, estou perdido sem um único raio solar que me alimente ou me faça diferente. Se me mostrasses o caminho lentamente... Se me desses um sinal, para que eu pudesse me guiar até ti... Mas não.. Nunca me deste nada.
Deixaste me viver em angústia infinita a pensar que eu não era nada para ti... Mas agora quem se arrepende és tu, eu fico soberano a tudo, eu agora movo mundos e aceito as consequências... sim eu agora mudei para algo diferente, algo com a vista tapada por um leve lenço negro para que não veja os meus erros mais íntimos... Eu mudei para... digamos... Para ti!
A esse mostro sem escrúpulos que pensa que mandava em imensos mundos e os manipulava quando era eu que mandava nesse mundos e manipulava-te a ti... Eu um puto falhado que tiveste misericórdia, ganhou há tua mente distorcida em relação ao nosso amor... Chorei e gritei, mas lutei contra os meus medos e ganhei essa luta renhida contra a tua mente raivosa...
Eu fico sempre aqui enquanto tu foges agora com medo que te ganhe de novo, que ganhe sobre o nosso amor de beijos, caricias e muito mais, que simplesmente trepe tudo e depois paire sobre ti trazendo ódio e tristeza... Como fazias a mim...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Lá vão....

Lá vão aqueles dias que tu me conhecias como ninguém onde tu acariciavas o meu cabelo de maneira diferente de todas as que me acariciavam... Tapavas os meus olhos com uma doçura incrível, com uma destreza e com tanto cuidado e perguntavas se eu sabia quem eras.
Eu, com o meu humor negro, começava a inventar nomes de mulheres ao acaso só para te irritar mas na mesma tu sabias, sabias que só te os dizia para esse propósito, e então fingias-te muito chateada e viravas as costas para eu ir ter contigo e dar-te aquele leve beijo que tu sempre gostavas, fazia isto tudo para que te sentisses minha e só minha, para que visses o quão te amava e adorava!
Passamos aquele verão todo na praia em leves ondas de calor e água refrescante, sempre que dizias que me amavas eu retribuía-te com um eu também te amo e agarrava em ti e levava-te para a água (que era gélida depois de uma pessoa ter apanhado tanto sol) esperneavas-te mas isso não afectava o teu destino na água e acabavas sempre lá, e eu, para acabar aquela tortura toda de água fria ainda dizia, para demonstrar o quanto eu te amo, e sorria. Ficavas fula mas gostavas de essas parvoíces minhas, fazias para que isso se tornasse rotina porque adoravas que eu te fizesse isso.
Passamos quase uma vida de amor e carinho eterno como ninguém, até ao dia que tudo acabou, que todo aquele amor e alegria passaram para ódio desprezo e lágrimas, onde o sol que brilhava e sorria para nós quando tudo era bonito, agora era tapado por um eclipse escuro e negro feito há medida do nosso ódio e da nossa dor, esse eclipse tinha sido feito por nós, o nosso sofrimento era só pela nossa culpa e estupidez de ter tudo acabado...
Passado agora meses esse eclipse agora não passa de meras nuvens que tapam o sol colorido que quer alegrar as nossas vidas.
Agora que vais-te embora deste país para seres feliz com a tua família em algum sitio longínquo.
Pergunto-me agora..
Será que o sol brilhará para nós agora ou brilhará para ti e para mim se fechar-se-à em copas de novo?
Pergunto-me...